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A base de um atendimento médico é a troca de informações sobre a saúde de um paciente.
Neste atendimento podem estar envolvidos, além do paciente, diversos profissionais de saúde,
como médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos, pessoal de laboratório, etc. Há
numerosas maneiras de executar estas trocas : via oral (mais comum), escrita, gráfica e por
imagens. Hoje, estas trocas podem ser realizadas através de processos digitais (armazenamento,
recuperação e comunicação). Telesaúde é justamente a troca de informações sobre o
paciente através de processos digitais à distância fazendo-se uso de sistemas de
telecomunicações. Informações digitais apresentam a vantagem da fácil reprodução, pequeno volume de armazenagem (fitas magnéticas, etc. em relação a documentos em papel), e transmissão, que pode ser em tempo real ou não através de redes, respeitando-se claro, questões de qualidade da informação, ética, segurança e sigilo. A viabilidade de implantação destes processos na prática clínica depende diretamente da utilização de recursos tecnológicos especiais (equipamentos e softwares), do uso adequado de sistemas de telecomunicação, e da capacitação de recursos humanos para sua instalação, utilização e manutenção. A infra-estrutura tecnológica necessária varia de acordo com a complexidade do processo, podendo-se utilizar desde sistemas de telefonia convencional até sistemas de redes digitais de alta velocidade, permitindo a troca de grandes volumes de informações em tempo real entre os usuários do sistema. << Ver recursos >> |
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